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      <title><![CDATA[Mais Dicas - netnegocios.webnode.page]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 18:43:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[Carpete de Madeira]]></title>
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         <description><![CDATA[CARPETES DE  MADEIRA
&#160;&#160;&#160;&#160; Os carpetes de madeira normalmente  são produzidos em compensados de jacarandá, jatobá, tauari, ipê e cerejeira  imperial, espécies cujos veios apresentam grande beleza. São encontrados no  mercado nas espessuras de 2,5, 4,0 e 7mm.
&#160;&#160;&#160;&#160; A madeira utilizada passa por  um tratamento prévio. Inicialmente, a tora é desbastada, a casca retirada é  cortada em blocos e cozida. Em seguida, as peças são laminadas em espessura de  1,5 a...]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 18:43:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Mais Dicas]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><font face="Arial" size="2">CARPETES DE  MADEIRA</font></strong></p>
<p align="left"><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; Os carpetes de madeira normalmente  são produzidos em compensados de jacarandá, jatobá, tauari, ipê e cerejeira  imperial, espécies cujos veios apresentam grande beleza. São encontrados no  mercado nas espessuras de 2,5, 4,0 e 7mm.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; A madeira utilizada passa por  um tratamento prévio. Inicialmente, a tora é desbastada, a casca retirada é  cortada em blocos e cozida. Em seguida, as peças são laminadas em espessura de  1,5 a 2,0mm e levadas à estufa para secagem. A seguir, é feito um tratamento à  base de inseticida contra cupins e fungos, e só então as lâminas são coladas e  depois prensadas. Entre a capa e a base é colocada uma sucessão de camadas de  madeiras consideradas menos nobres. Ao sair da prensa, a madeira é lixada e  cortada. Como impermeabilização, as réguas recebem duas camadas de selador e são  levadas ao forno ultravioleta. Por fim, é feito o acabamento em verniz acrílico  importado, seguido por uma secagem no forno.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Dependendo de sua  espessura, o carpete de madeira pode ser colado (2,5 e 4,0mm) ou encaixado pelo  sistema macho-e-fêmea (7,0mm). As empresas associadas na venda deste material  geralmente não se responsabilizam pela aplicação do carpete sobre outro tipo de  piso que não seja o de cimento bem nivelado. A única excessão é para o carpete  flutuante de 7mm, que pode ser aplicado sobre tacos. Sua instalação requer  cimentados ou tacos revestidos por uma manta de poliuretano, que também funciona  como isolante contra umidade. Para os demais carpetes, o indicado é preparar o  contrapiso com uma argamassa a fim de corrigir as possíveis imperfeições. Em  seguida, é aconselhável passar uma cobertura de cimento para deixá-lo totalmente  liso. O tempo de secagem deve ser de três dias. Só então pode-se colar o carpete  de 2,5 ou 4,0mm, ambos com o rodapé também colado, ou fixar o de 7,0mm, com  rodapé parafusado na parede.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Para que o produto tenha uma vida útil mais  longa, é recomendável a aplicação em locais onde o tráfego de pessoas é leve,  como salas ou bibliotecas. O consumidor também tem a opção do tipo de desenho  que será aplicado no ambiente. Porém, no caso de colocá-los em diagonal, a  metragem necessária pode se elevar em até 20% em relação à aplicação em linha  reta (devido ao desperdício de material que ocorre nesse tipo de aplicação, uma  vez que as réguas são cortadas, resultando em pedaços inaproveitáveis). Também o  aumento do tempo médio de colocação, que costuma ser de 70m² por dia, desde que  o imóvel esteja completamente, faz com que o custo da mão-de-obra seja maior. Os  rodapés, com opções de modelos e tamanhos, e os arremates, como as chapas,  usadas para evitar empenamentos e ligar o carpete a outros pisos, normalmente  não estão inclusos no preço.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Com acabamento final em verniz acetinado ou  fosco, a manutenção do carpete de madeira é bem simples, bastando apenas um pano  umidecido com álcool para limpá-lo e conservá-lo bonito. Porém, alguns pontos  devem ser levados em consideração:<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • deve-se escolher bem a revenda para  que não haja problemas posteriores como falta ou excesso de cola na instalação,  contrapisos frágeis ou irregulares e ausência de espaço na dilatação;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; •  os pés dos móveis devem estar protegidos com feltro para evitar riscos;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;  • nunca se deve instalar o carpete de madeira em locais que tenha muita  umidade;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • também é conveniente evitar sapatos altos e finos que  costumam marcar o piso;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • limpar imediatamente sempre que cair  líquidos;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • não deve ser instalado em locais onde haja incidência direta  do sol;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • não colocar objetos muito pesados, como cofres, sobre o  produto;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • produtos químicos, como solventes e ácidos, danificam o  material.</font></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Conforto Acústico]]></title>
         <link>https://netnegocios.webnode.page/news/conforto-acustico/</link>
         <description><![CDATA[CONFORTO  ACÚSTICO
&#160;&#160;&#160;&#160; O limite da intensidade de ruídos  suportáveis durante o dia é regulamentado, e não deve ultrapassar 70dB. Numa  edificação, não é só o ruído que vem de fora que pode incomodar; o barulho  interno também tem que ser levado em conta.
&#160;&#160;&#160;&#160; Essa é uma questão que deve  ser considerada já na fase da escolha do terreno, atentando se a região  apresenta movimento intenso ou se há fontes de ruídos próximas, como fábricas,  por exemplo....]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 18:39:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Mais Dicas]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><font face="Arial" size="2"><strong>CONFORTO  ACÚSTICO</strong></font></p>
<p align="left"><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; O limite da intensidade de ruídos  suportáveis durante o dia é regulamentado, e não deve ultrapassar 70dB. Numa  edificação, não é só o ruído que vem de fora que pode incomodar; o barulho  interno também tem que ser levado em conta.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Essa é uma questão que deve  ser considerada já na fase da escolha do terreno, atentando se a região  apresenta movimento intenso ou se há fontes de ruídos próximas, como fábricas,  por exemplo. Por sua vez, o projeto arquitetônico pode ajudar a controlar ou  reduzir esses problemas.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; A maior penetração de barulho em um ambiente  "sensível" da casa, como dormitório, sala íntima, de estar ou escritório, vem  das janelas. Portanto, elas deverão ter sua capacidade de isolamento sonoro  condizente com a carga de ruídos que irão receber, o que deve ser medido por um  profissional. Por exemplo, se do lado de fora de um ambiente o barulho atinge  60dB e o limite aceito num dormitório é de 35dB, a janela adequada deverá ser  especial, isto é, dupla, com vácuo entre dois vidros distanciados, e  caracterizada por classe de transmissão de som aéreo de isolação - CTSA - igual  a 25 (resultado adequado, segundo a diferença entre 60 e 35dB). Esta é uma  janela possível de se encontrar em lojas especializadas. Porém, para uma casa  localizada à beira de uma rodovia, onde o barulho chega a 85dB, a janela ideal  deveria ter CTSA 50, quase impossível de ser encontrada no mercado.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Para  condições extremas, há soluções variadas que, isoladas ou adotadas em conjunto,  podem amenizar o alto índice de barulho externo, como portas de madeira maciça  (de preferência almofadadas, por serem mais acústicas) e paredes de tijolos,  revestidas de ambos os lados. Uma opção pode ser ainda o sistema de ar  condicionado central, que obriga o fechamento hermético de todas as janelas. Mas  a solução de arquitetura mais usual é construir a ala íntima da casa voltada  para o lado oposto aos ruídos mais intensos.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Muros altos ao redor da  casa é outro bom recurso em casos de ruas movimentadas, inclusive para as que  têm linhas de trem por perto. Neste caso, se o terreno apresentar um desnível  profundo, uma idéia para diminuir o barulho é construir as alas íntimas nas  partes baixas, deixando o acesso à casa no nível da rua. Desta forma, não se  receberá ruídos frontalmente. Esta é também uma boa técnica para as regiões mais  frias, resolvendo ao mesmo tempo os problemas acústicos e térmicos.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;  Fachadas cegas, isto é, sem portas nem janelas, são outra boa opção para não  deixar entrar o barulho externo, pois o concreto é um forte bloqueador sonoro,  ao contrário de portas e janelas. Em áreas próximas a aeroportos, por exemplo,  uma providência importante é ter uma laje no telhado, o que irá reter mais o  som, principalmente se aliada a forros isolantes. Mas não basta um forro mais  espesso: ele precisará ser suspenso elasticamente, com o auxílio, por exemplo,  de um forro de madeira tipo macho-e-fêmea, apresentando buracos para absorver o  som.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Paredes, pisos e tetos podem ganhar qualidade acústica com a adoção  de algumas soluções:<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • colméias de cerâmica nas paredes (como as usadas  em adegas);<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • pintura chapiscada em forro e paredes;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • no  acabamento, com forro e paredes revestidas por espuma;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • aplicação de  gesso, um ótimo aliado contra a propagação sonora. Num corredor, por exemplo, um  simples forro de gesso rebaixado (com juntas de dilatação de aproximadamente  2,5cm nas laterais) pode ajudar bastante na absorção do som, ainda mais quando o  corredor liga o estar aos dormitórios. Várias alturas de forros entre um  ambiente e outro também são um recurso valioso na captura do barulho  excessivo;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • carpetes com base de moletom são ótimos redutores de ruídos  de impacto, e a instalação de passadeiras nas escadas também facilita o  abafamento do som.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Quanto aos ruídos internos, muitas vezes eles nem são  claramente percebidos. Mas aparelhos eletrodomésticos, sanitários e exaustores  podem produzir sons indesejados, geralmente devido à má localização. Máquinas de  lavar, secadoras e geladeiras podem criar ressonância se encostadas em paredes.  A solução é simples: basta manter esses equipamentos afastados e o ruído  acaba.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; A respeito dos eletrodomésticos em geral, pouco pode ser feito.  Entretanto, na hora de comprá-los, pode-se optar por aparelhos menos  barulhentos. E, na elaboração do projeto, é interessante que a cozinha e a copa  fiquem afastadas dos ambientes mais sensíveis.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; A canalização de água e  esgoto numa casa térrea pode ser isolada, caso não esteja chumbada à parede,  livrando-se do barulhinho de água fluindo, muitas vezes irritante no dia-a-dia.  Para as descargas de vasos sanitários, uma caixa falsa&#160;com um colchão de ar, em  média de 5cm, entre as paredes pode ser a solução para um ruído estridente.  Outra solução é revestir toda a canalização com lã de vidro ou massa, tal qual  um isolamento térmico para aquecedores. Bacias com caixa de descarga acoplada  também reduzem o barulho.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Para silenciar ao máximo os exaustores,  pode-se optar pela colocação de um tubo com tratamento acústico, em cuja ponta  ficará o exaustor. Outra saída é dar preferência a modelos que deixem o motor  instalado na parte externa&#160; da casa. Já uma banheira de hidromassagem barulhenta  pode ter seu ruído reduzido se for disposta sobre uma laje flutuante  (principalmente o motor), em base elástica feita de borracha ou cortiça, entre  outros materiais.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Na cobertura, alguns tipos de telhas absorvem melhor o  som do que outras, como as telhas de barro e as comuns, do tipo  francesa.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O projeto arquitetônico pode ainda prever algumas soluções  úteis:<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • no corredor de circulação, as portas não devem ficar frente a  frente, mas ser distribuídas de forma desencontrada;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • na suíte, o  closet separando o quarto do banheiro diminui bastante o ruído da caixa e  válvula de descarga;<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; • o uso de borracha ou feltro sintético para vedar  folgas em portas e janelas, evitando o desconforto de vibrações e assobios em  dias de ventania.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O quadro abaixo, sem pretender estabelecer regras  inquestionáveis, busca apresntar os principais tipos e materiais passíveis de  ser utilizados e suas características:<br />
</font></p>
<div align="center"><center>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1" width="598">
    <tbody>
        <tr>
            <td align="middle" width="75"><strong><font face="Arial" size="1">Tipos</font></strong></td>
            <td align="middle" width="143"><strong><font face="Arial" size="1">Ação</font></strong></td>
            <td align="middle" width="374"><strong><font face="Arial" size="1">Exemplos</font></strong></td>
        </tr>
        <tr>
            <td align="middle" width="75"><font face="Arial" size="1">Isolantes</font></td>
            <td align="left" width="143"><font face="Arial" size="1">Impedem a passagem de ruído de  um ambiente para outro.</font></td>
            <td width="374"><font face="Arial" size="1">Tijolo maciço, pedra lisa, gesso, madeira  e vidro com espessura mínima de 6mm. Um colchão de ar é uma solução isolante,  com paredes duplas e um espaço vazio entre elas (quanto mais espaço, mais  capacidade isolante).</font></td>
        </tr>
        <tr>
            <td align="middle" width="75"><font face="Arial" size="1">Refletores</font></td>
            <td align="left" width="143"><font face="Arial" size="1">Podem ser isolantes, e aumentam  a reverberação interna do som.</font></td>
            <td width="374"><font face="Arial" size="1">Azulejos, cerâmica, massa corrida,  madeira, papel de parede (em geral, materiais lisos).</font></td>
        </tr>
        <tr>
            <td align="middle" width="75"><font face="Arial" size="1">Absorventes</font></td>
            <td align="left" width="143"><font face="Arial" size="1">Não deixam o som passar de um  ambiente para o outro e evitam eco.</font></td>
            <td width="374"><font face="Arial" size="1">Materiais porosos como lã ou fibra de  vidro revestidos, manta de poliuretano (dispensa revestimentos), forrações com  cortiça, carpetes grossos e cortinas pesadas.</font></td>
        </tr>
        <tr>
            <td align="middle" width="75"><font face="Arial" size="1">Difusores</font></td>
            <td align="left" width="143"><font face="Arial" size="1">Refletem o som de forma difusa,  sem ressonâncias.</font></td>
            <td width="374"><font face="Arial" size="1">Em geral, são materiais refletores sobre  superfícies irrregulares (pedras ou lambris de madeira).</font></td>
        </tr>
        <tr>
            <td width="596" colspan="3">
            <p align="left"><font face="Arial" size="1">Obs.: é possível combinar recursos  diferentes, dependendo das necessidades de isolamento acústico. Em salas  contíguas, por exemplo, com diferentes fontes de ruído, é possível revestir a  face interna da parede com material absorvente e a externa, com material  isolante.</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>
</center></div>
<p align="left"><strong><em><font face="Times New Roman" size="2">&#160;</font></em></strong></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Construção de Adegas]]></title>
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         <description><![CDATA[CONSTRUÇÃO DE  ADEGAS
&#160;&#160;&#160;&#160; Uma adega pode ser comparada a  um quarto de dormir: deve ficar na penumbra, ser silenciosa e não apresentar  odores. Isso porque sua maior atração - o vinho - exige uma série de cuidados  específicos na sua conservação, ao contrário de outras bebidas como destilados,  licores ou aperitivos, que são mais resistentes a alterações de luz, temperatura  e som. Para tanto, é necessário observar os os seguintes aspectos:
&#160;&#160;&#160;&#160;  • local...]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 18:38:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Mais Dicas]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><font face="Arial" size="2"><strong>CONSTRUÇÃO DE  ADEGAS</strong></font></p>
<p><font face="Arial" size="2"><strong>&#160;&#160;&#160;&#160; </strong>Uma adega pode ser comparada a  um quarto de dormir: deve ficar na penumbra, ser silenciosa e não apresentar  odores. Isso porque sua maior atração - o vinho - exige uma série de cuidados  específicos na sua conservação, ao contrário de outras bebidas como destilados,  licores ou aperitivos, que são mais resistentes a alterações de luz, temperatura  e som. Para tanto, é necessário observar os os seguintes aspectos:<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;  <em><strong>• <u>local</u></strong></em> - os lugares mais apropriados são  aqueles distantes das fontes de calor como tubulações de água quente, fogão e  motores (estes, ainda tendo como agravantes a vibração das máquinas), além dos  próprios raios solares. A implantação mais favorável é na face sul das casas ou  no seu cômodo mais sombrio. É fundamental que a adega, independentemente das  suas dimensões, tenha uma boa aeração, impedindo assim o acúmulo de umidade e o  conseqüente surgimento de fungos e bolores.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>• <u>uso e  dimensões</u></strong></em> - é importante definir o que se espera da adega. Se,  além da armazenagem de bebidas, deseja-se que o local também se destine a reunir  os amigos para uma degustação, é necessário isolar esta área de convívio da dos  vinhos, uma vez que a presença constante de pessoas interfe no seu "descanso"  (quatro pessoas causam um aumento de temperatura de até mais de 1ºC). Numa  antecâmara podem ficar os vinhos de consumo imediato, que dispensam maiores  atenções, separada, se possível, da câmara da adega por um pequeno corredor,  permitindo assim a manutenção de cada ambiente com sua própria temperatura. As  portas devem receber vedação adequada (com a colocação de fitas adesivas de  borracha esponjosa nas juntas, por exemplo) e molas para o fechamento. Em  relação às dimensões, num pequeno espaço de 2 x 1m chegam a caber 400  garrafas.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>• <u>materiais</u></strong></em> - para  neutralizar o barulho externo, as paredes devem ser revestidas com materiais de  bom isolamento acústico, como a cortiça e a espuma de poliuretano. Também o  poliestireno expansível (EPS) pode ser utilizado, tendo em vista suas  características de isolamento térmico, além de evitar a invasão de formigas e  cupins. A própria construção da adega pode ser feita com materiais que já  atendam satisfatoriamente a essas necessidades, tais como tijolos maciços de  barro e pedras.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>• <u>armazenamento</u></strong></em> - o ar  quente está sempre no alto; portanto, as garrafas de vinho tinto devem ser  colocadas na parte de cima das prateleiras, e, mais abaixo, as de vinho branco.  Devem ser evitados nichos para duas fileiras de garrafas (frente e fundos), pois  uma interferirá no descanso da outra ao ser manuseada. Quanto às prateleiras, as  de madeira (como o cedro maciço e o pinho, fáceis de ser trabalhados e  resistentes ao apodrecimento e aos insetos) são as mais comuns. Existem várias  formas de montá-las, mas o importante é que elas tenham uma pequena inclinação  para a frente, permitindo manter o líquido em contato com a rolha, impedindo a  sua evaporação e seu contato com o oxigênio. Outra alternativa interessante é a  colocação de nichos formados por blocos cerâmicos vazados.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>•  <u>temperatura e umidade</u></strong></em> - a temperatura é a alma e o grande  segredo da adega. Ela deve ser fria (em torno de 12 a 18ºC), e as oscilações não  devem ultrapassar 0,5ºC, sob pena de comprometer o processo de envelhecimento do  vinho. Em locais mais quentes, a manutenção dessas temperaturas pode requerer o  uso de condicionadores de ar específicos para adega, pois os comuns estão,  normalmente, dimensionados para funcionar a 22ºC, temperatura altíssima para as  bebidas. O equipamento de climatização trabalha ininterruptamente, retirando  todo o ar quente através do evaporador, instalado dentro da adega, e lançando ar  frio pelo compressor, colocado na parte externa da casa. Ele mantém os níveis  exatos de temperatura e umidade, outro fator muito importante na conservação dos  vinhos. A umidade relativa do ar adequada é em torno de 70%. Quanto à  iluminação, deve-se optar pelas lâmpadas de baixíssima potência.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;  <em><strong>• <u>limpeza</u></strong></em> - não devem ser usados produtos de  odor forte, pois podem ser absorvidos pelo vinho, a longo prazo, o que alterará  seu sabor. Basta água e sabão neutro ou mesmo um pano seco ou espanador.</font></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Construção de Saunas]]></title>
         <link>https://netnegocios.webnode.page/news/constru%c3%a7%c3%a3o%20de%20saunas/</link>
         <description><![CDATA[CONSTRUÇÃO DE  SAUNAS
&#160;&#160;&#160;&#160; Existem dois tipos de sauna: a seca e a úmida.  Funcionando como um eficiente tratamento de pele e com efeitos terapêuticos, sua  construção é relativamente simples, como abaixo descrito.

&#160;&#160;&#160;&#160;  ÚMIDA
&#160;&#160;&#160;&#160; A área mínima necessária é de 1,5m². As  paredes e o forro devem ser revestidos com azulejos, de preferência brancos,  para favorecer a visibilidade. Na argamassa sob o revestimento, é recomendável ...]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 18:37:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Mais Dicas]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><font face="Arial" size="2">CONSTRUÇÃO DE  SAUNAS</font></strong></p>
<p><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; Existem dois tipos de sauna: a seca e a úmida.  Funcionando como um eficiente tratamento de pele e com efeitos terapêuticos, sua  construção é relativamente simples, como abaixo descrito.<br />
<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;  <em><strong>ÚMIDA</strong></em><br />
&#160;&#160;&#160;&#160; A área mínima necessária é de 1,5m². As  paredes e o forro devem ser revestidos com azulejos, de preferência brancos,  para favorecer a visibilidade. Na argamassa sob o revestimento, é recomendável  acrescentar vermiculita, um mineral em flocos que proporciona isolamento  térmico. A proporção é de 2 partes desse material para 1 de cimento e 1 de cal,  e a espessura da camada aplicada deve atingir 2,5cm.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Embora o teto tenha  altura padrão de 2,30m, recomenda-se deixar uma inclinação de 10% em relação ao  seu ponto mais alto, no sentido contrário ao da bancada, evitando que as gotas  de água pinguem sobre as pessoas ali sentadas. Para o piso, o mais adequado é a  cerâmica corrugada antiderrapante, embora pedras como mármore e granito também  possam ser utilizadas (e até mesmo nas paredes), desde que recebam tratamento  antiderrapante. Deve ser previsto um caimento para o ralo (de 10 x  10cm).<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O banco, com altura média de 45cm e largura de 50cm, pode ser  construído em alvenaria ou madeira (como cedro ou mogno), e não deve ter  degraus. É sob ele que ocorre a entrada do vapor, através de um tubo de 3/4",  com um cotovelo direcionando o vapor para baixo.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Para a iluminação, uma  única arandela de plástico ou vidro, colocada na parede a 30cm do forro, é  suficiente. Ela deve ser blindada, e o interruptor é colocado fora do  ambiente.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; A porta, medindo até 0,60 x 2,00m, deve ter sua abertura para  fora. Pode ser em aço inoxidável, com estrutura e batente em alumínio anodizado  e isolamento térmico interno, ou em vidro temperado. Os batentes devem ser  autovedantes.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O gerador de vapor tem sua potência determinada pelo  volume do ambiente: uma área de 4m³, por exemplo, requer um gerador de 6kW,  enquanto uma de 30m³ exige um aparelho de 24kW. Pode ser instalado sob o banco  (reservando um vão de 60cm para saída do vapor) ou, preferencialmente, fora do  ambiente. Nesse caso, deve ser instalado um tubo de aço galvanizado para entrada  do vapor, com diâmetro de 1 1/2", posicionado a cerca de 30cm do piso, sendo  recomendado colocar um ralo próximo para drenagem da água. Com funcionamento  manual ou automático, ele manterá a temperatura entre 45 a 55ºC por 30 minutos e  deverá possuir quadro de comando com termostato. Trabalha em baixa pressão e tem  alimentação automática de água, feita por meio de bóias convencionais de caixa  d'água. Para instalá-lo na rede hidráulica é preciso um registro de gaveta e o  ponto de água, com diâmetro de 3/4". Funciona em corrente elétrica monofásica ou  trifásica, com número de disjuntores e bitola dos fios variando de acordo com a  potência do aparelho, e deve ter as resistências blindadas. É fundamental que o  fio terra esteja instalado. Sua manutenção é simples, como se fosse um banheiro  comum, embora o gerador deva ser drenado periodicamente para retirada das  impurezas.<br />
<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>SECA</strong></em><br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O ambiente deve  ser todo revestido de madeira (preferencialmente, o cerne do cedro ou do mogno),  aplicada nas paredes e forro sobre uma camada de lã de vidro. A madeira não deve  receber qualquer tipo de tratamento químico contra insetos ou fungos, pois isso  poderia gerar gases tóxicos nocivos à saúde. O pé-direito deve ser de 2,30m,  medida suficiente para construir uma bancada com até 3 degraus. Para o piso, o  ideal é um revestimento lavável, com ralo e um deck removível de madeira. A  madeira é uma boa opção para substituir os bancos de alvenaria, com dimensões de  45 x 50cm. As paredes que ladeiam o forno gerador de calor devem ser revestidas  com tijolos refratários ou cerâmica.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Para a iluminação, uma arandela em  madeira é suficiente, com o interruptor do lado de fora.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O ambiente deve  ter duas aberturas nas paredes para garantir a renovação do ar e o melhor  desempenho dos aparelhos, sendo uma na parte de baixo da parede da porta de  entrada e a outra na parte de cima da parede oposta.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; A porta deve ser  preferencialmente de madeira, com miolo em lã de vidro, com um ou dois visores e  abertura para fora.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O calor é gerado em um forno de aço carbono,  esmaltado em várias cores, e seu tamanho depende da área a ser aquecida.  Substituindo as rochas vulcânicas, pedras dolomíticas são colocadas sobre uma  grelha, aquecida por resistências elétricas de aço inoxidável e blindadas. A  umidade interna do ambiente deve estar em torno de 30%. O forno trabalha em 220V  e precisa de um quadro de acionamento e controle de temperatura. Recomenda-se e  execução de uma instalação elétrica independente para ele.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; A manutenção  consiste em manter o ambiente sempre bem arejado após sua utilização. O piso  somente deve ser lavado se for cerâmico ou similar e dispor de deck removível de  madeira.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Como acessório, pode ser instalada uma ducha fria (tipo  circular ou cascata) para uso após a sauna.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Caso não haja espaço  disponível para a construção do ambiente, é possível instalar um aparelho no box  do chuveiro. Ele é preso na parede, tem capacidade para cerca de 6 litros de  água e leva de 10 a 12 minutos para aquecer e iniciar a vaporização. Trabalha  com 110 ou 220V, chega a 4.500W de potência e pode ser ligado na tomada ou  diretamente na entrada elétrica do chuveiro, desde que a instalação seja  compatível.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Para preservar o vapor no ambiente, é necessário colocá-lo  num box fechado até o teto ou instalar uma tampa de acrílico móvel. Sua  manutenção consiste em reabastecer o reservatório de água, sempre com o aparelho  desligado.</font></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Dimensões de Quadras Esportivas]]></title>
         <link>https://netnegocios.webnode.page/news/dimens%c3%b5es%20de%20quadras%20esportivas/</link>
         <description><![CDATA[DIMENSÕES         DE&#160;QUADRAS&#160;ESPORTIVAS
&#160;&#160;&#160;&#160; Dimensões         oficiais de quadras esportivas (medidas em metros)

&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; BASQUETE
&#160;&#160;&#160;&#160; 

&#160;&#160;&#160;&#160; FUTEBOL         DE SALÃO
&#160;&#160;&#160;&#160; 

&#160;&#160;&#160;&#160; TÊNIS
&#160;&#160;&#160;&#160; 

&#160;&#160;&#160;&#160; VOLEIBOL
&#160;&#160;&#160;&#160; 

&#160;
Fonte: Playpiso Pisos         Esportivos Ltda.]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:47:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://netnegocios.webnode.page/news/dimens%c3%b5es%20de%20quadras%20esportivas/</guid>
         <category><![CDATA[Mais Dicas]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><font face="Arial" size="2">DIMENSÕES         DE&#160;QUADRAS&#160;ESPORTIVAS</font></strong></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; Dimensões         oficiais de quadras esportivas (medidas em metros)<br />
<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>BASQUETE<br />
</strong></em>&#160;&#160;&#160;&#160; <img height="288" width="460" alt="../Quadra_ basquete.jpg (22206 bytes)" src="http://www.catep.com.br/dicas/images/dimensoes%20de%20quadras_basquete.jpg" /><br />
</font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>FUTEBOL         DE SALÃO<br />
</strong></em>&#160;&#160;&#160;&#160; <img height="300" width="409" alt="../Quadra_futsal.jpg (22366 bytes)" src="http://www.catep.com.br/dicas/images/dimensoes%20de%20quadras_futsal.jpg" /><br />
</font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>TÊNIS<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; </strong></em><img height="260" width="460" alt="../Quadra_tenis.jpg (20450 bytes)" src="http://www.catep.com.br/dicas/images/dimensoes%20de%20quadras_tenis.jpg" /><br />
</font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>VOLEIBOL<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; </strong></em><img height="300" width="456" alt="../Quadra_volei.jpg (21526 bytes)" src="http://www.catep.com.br/dicas/images/dimensoes%20de%20quadras_volei.jpg" /><br />
</font></p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong><em><font face="Times New Roman" size="2">Fonte: Playpiso Pisos         Esportivos Ltda.</font></em></strong></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Quadra poliesportivas]]></title>
         <link>https://netnegocios.webnode.page/news/quadra-poliesportivas/</link>
         <description><![CDATA[QUADRAS ESPORTIVAS
&#160;&#160;&#160;&#160; As quadras esportivas requerem         medidas mínimas, ter o piso adequado ao esporte praticado e, se necessário, dispor de         boa iluminação. Recomenda-se sempre a contratação de assesoria especializada, já que         aspectos como localização do terreno, piso ideal, sistemas de drenagem e iluminação         são decisivos.
&#160;&#160;&#160;&#160; O primeiro ponto a considerar é o terreno. Caso ele sofra apenas         um corte, a terra deverá...]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:42:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://netnegocios.webnode.page/news/quadra-poliesportivas/</guid>
         <category><![CDATA[Mais Dicas]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><font face="Arial" size="2">QUADRAS ESPORTIVAS</font></strong></p>
<p><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; As quadras esportivas requerem         medidas mínimas, ter o piso adequado ao esporte praticado e, se necessário, dispor de         boa iluminação. Recomenda-se sempre a contratação de assesoria especializada, já que         aspectos como localização do terreno, piso ideal, sistemas de drenagem e iluminação         são decisivos.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O primeiro ponto a considerar é o terreno. Caso ele sofra apenas         um corte, a terra deverá ser bem compactada, com a ajuda de um rolo pequeno. Já as         áreas aterradas exigem a compactação feita por máquinas mais pesadas, como trator de         esteira. Se o aterro não for bem feito, o piso poderá futuramente apresentar trincas e         ondulações.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Também a umidade pode trazer sérios problemas. Se a área tiver         sido banhada por um córrego, o ideal é fazer um sistema de drenagem tipo         "espinha-de-peixe", com aproximadamente 4 polegadas. Para os terrenos situados         em vales ou áreas baixas, é possível fazer uma vala de 30cm de largura com 1 metro de         profundidade ao redor da quadra, numa distância de 50cm, revestida com argamassa de         cimento e areia e ter, embutida no fundo, uma meia canaleta de escoamento, com largura         entre 15 a 30cm, conforme a declividade do terreno, e saída para a rede de esgoto.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Com exceção da quadra de saibro, que já é autodrenante, as         demais têm piso impermeável, o que obriga que a superfície tenha 1% de caimento para         todos os lados, facilitando o escoamento das águas pluviais e evitando a formação de         poças.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Para a implantação de quadras descobertas, deve-se         posicioná-las no eixo Norte-Sul (ou o mais próximo possível dele), em função do         ofuscamento provocado pelo sol.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O piso da quadra e a textura do acabamento são muito         importantes, podendo interferir bastante no desempenho dos jogadores. Os principais tipos         são:<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <strong>• Saibro</strong> - ideal para tênis, sua         execução requer muitos cuidados. A construção deve ser feita em terrenos planos, bem         compactados e, de preferência, de composição argilosa. O primeiro passo é fazer uma         moldura com blocos de cimento e cinta de concreto na medida da quadra. Ela deverá ter         30cm de altura e ficar parcialmente enterrada. No fundo dessa moldura é espalhada uma         camada de 20cm de altura de cacos de tijolo, que deve ser muito bem compactada com a ajuda         de água. Em seguida, cobre-se o espaço com uma camada de 20cm de saibro misturado com         argila e terra vermelha. Depois de compactada com um rolo pesado, deve-se abrir pequenas         valas e fazer sapatas de concreto nos locais onde serão fixados os postes de         sustentação da rede. Por fim, espalha-se o pó de telha, o que facilita a movimentação         dos jogadores. Deve-se prever caimento de 0,5% nas laterais. A autodrenagem demora cerca         de 8 horas. As obras duram aproximadamente 6 semanas.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Se a quadra for construída em terrenos irregulares, aterrados,         de pouca firmeza ou sobre lençol freático, deve-se prever o contrapiso, o que acarreta a         necessidade de um sistema de drenagem.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; A manutenção do saibro é bastante trabalhosa. São         necessárias freqüentes reposições do pó de telha da superfície, é preciso molhá-la         para mantê-la sempre úmida, garantindo a maciez do piso, a firmeza do solo e evitando         que o vento levante nuvens de pó. O ideal é varrer e molhar a quadra duas vezes ao dia.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <strong>• Cimentado</strong> - sua execução é simples:         sarrafos de madeira, de 10cm de altura x 2,5cm de largura, são dispostos na forma de         quadrados de 2 x 2m sobre um lastro de pedra nº 2 com 5cm de altura. Esses quadrados         devem ser preenchidos diagonalmente por uma camada de concreto de 8cm de altura. Após a         cura de 24 horas, os sarrafos são retirados e o espaço vazio é preenchido por concreto         ou asfalto. O acabamento tem, em média, 2cm de espessura e pode ser feito com argamassa         de cimento e areia quando se tratar de quadras descobertas, ou por pó de cimento, se a         quadra for fechada. A demarcação é feita com tinta acrílica resistente à abrasão.         Deve-se considerar que o cimentado não absorve o impacto dos movimentos dos jogadores.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <strong>• Asfáltico</strong> - de fácil construção, pode         ser usado para quadras de quase todos os esportes. Sobre uma base de pó de pedra é         colocada uma camada de 5cm de pedra nº 1. Em seguida, uma camada de emulsão asfáltica e         outra de pedriscos com altura entre 3 a 5cm. Por fim, uma nova camada de emulsão         asfáltica e de 2 a 5 demãos de resina sintética. No caso de quadras de tênis, o         acabamento da última demão deve ser áspero, para que o pique da bola seja mais lento. A         construção demora 2 a 3 semanas. Como manutenção, a resina sintética deve ser         substituída a cada 5 anos nas quadras abertas e a cada 8 anos nas fechadas. O escoamento         da água demora de 15 a 20 minutos.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <strong>• Areia</strong> - própria para futebol society e         peteca, deve ser construída sobre um contrapiso. Um dreno "espinha-de-peixe" de         4 polegadas deve ser previsto. Serão aplicadas uma camada de 15cm de espessura de pedra         nº 2, uma camada de 10cm de pedra nº 1 e, finalmente, 10cm de areia, no mínimo. A         manutenção consiste em alisar a camada de areia com uma rede velha.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <strong>• Madeira</strong> - usada somente em quadras         cobertas, é ideal para squash ou quadras poliesportivas. As espécies mais indicadas são         o ipê e o pau-marfim. As tábuas devem ter 5cm de largura x 2,5cm de espessura. Elas são         flutuantes, ou seja, fixadas em barrotes no sentido longitudinal, distantes 50cm um do         outro. O espaço vazio entre eles pode ser preenchido com placas de chapas de madeira ou         com poliestireno expandido. O acabamento é em verniz de poliuretano e as demarcações         são feitas com tinta epóxi.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <strong>• Emborrachado</strong> - existem dois tipos:         fundido no próprio local ou industrializado. O primeiro consiste numa camada de borracha         espalhada sobre o asfalto ou cimento com a ajuda de uma espátula. Na quadras fechadas,         sua espessura é de 6mm; nas abertas, varia de 6 a 12mm. Requer manutenção a cada 5         anos, em média. O industrializado é encontrado em rolos e é fixado sobre uma base de         asfalto ou cimetno com cola de poliuretano. A manutenção demora 20 anos. Encontradas em         várias cores, são próprias para tênis, badminton e quadras poliesportivas.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Se a quadra tiver apenas finalidade recreativa, não é preciso         seguir as medidas oficiais, bastando manter a proporcionalidade. Já a demarcação do         piso não deve ser alterada. Ela deve ser pintada sobre um piso de cor neutra, como verde,         amarelo ou cinza. De acordo com as normas internacionais, cada esporte tem cores         determinadas para marcação das medidas: o branco é usado para tênis, vôlei,         badminton, squash e paddle, o amarelo, para handebol e o azul, para basquete. No caso das         quadras de saibro ou areia, a demarcação pode ser feita usando fitas especiais, vendidas         em lojas de artigos esportivos, que são fixadas com a ajuda de pregos de 10cm de         comprimento. Outra possibilidade é abrir pequenas valetas no lúgar das linhas de         demarcação e preenchê-las com uma tira de concreto de 5cm de largura. Depois é só         pintar com tinta acrílica especial para cimentado. As quadras de areia também podem ser         demarcadas com uma simples pintura a cal.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Quanto à iluminação, recomenda-se que profissionais         especializados façam o cálculo. Um projeto simples e mínimo para uma quadra         poliesportiva consiste em 8 luminárias dispostas em 4 postes, com altura variando de 6 a         8 metros, e lâmpadas de mercúrio de alta pressão de 400W.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O fechamento com alambrado deve estar situado a uma distância         mínima de 2 metros da quadra.</font></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Pára Ráios]]></title>
         <link>https://netnegocios.webnode.page/news/para-raios/</link>
         <description><![CDATA[PÁRA-RAIOS
&#160;&#160;&#160;&#160; O Brasil é um dos         países que mais recebem raios (cerca de 100 milhões, a cada ano), com a característica         de carregarem cargas elétricas positivas, mais duradouros e com maior intensidade de         corrente elétrica, ao contrário do usual.
&#160;&#160;&#160;&#160; Segundo a norma NBR 5419, da ABNT, os pára-raios devem ser         instalados nos pontos mais altos do telhado, recebendo a descarga elétrica, conduzindo-a         à terra...]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:40:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://netnegocios.webnode.page/news/para-raios/</guid>
         <category><![CDATA[Mais Dicas]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><font face="Arial" size="2">PÁRA-RAIOS</font></strong></p>
<p><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; O Brasil é um dos         países que mais recebem raios (cerca de 100 milhões, a cada ano), com a característica         de carregarem cargas elétricas positivas, mais duradouros e com maior intensidade de         corrente elétrica, ao contrário do usual.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Segundo a norma NBR 5419, da ABNT, os pára-raios devem ser         instalados nos pontos mais altos do telhado, recebendo a descarga elétrica, conduzindo-a         à terra (normalmente através de cabos de cobre, protegidos por tubo de PVC) e dissipando         sua energia. Para cada cabo, recomenda-se o uso de duas hastes de aterramento.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Os sistemas de proteção mais utilizados no país são o         Franklin e a Gaiola de Faraday, embora existam os tipos dissipativo (raramente encontrado         por aqui) e o radioativo, proibido devido à radioatividade emitida. Suas principais         características são:<br />
<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <strong>Franklin</strong> - composto por um captor, montado sobre         um mastro metálico, que é ligado a cabos de descida, também metálicos, que conduzem a         eletricidade ao solo por meio do aterramento. A área protegida é gerada por um ângulo         de 45º formado a partir da ponta do captor até a base do telhado. A cada 20 metros de         perímetro da cobertura, é preciso colocar um cabo de descida. Para áreas mais extensas         ou casas com torres de caixa d'água, às vezes é necessário usar mais de um captor para         que toda a construção esteja protegida. Obedecendo a essa angulação, a chance de que o         raio corra através do pára-raios é de 90%.<br />
<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <strong>Gaiola de Faraday</strong> - instalado nas extremidades         do telhado, consiste em uma malha de fios metálicos com pequenas hastes (com cerca de         50cm de altura), conectadas a cada 8 metros, que recebem as descargas elétricas. Essa         malha, que deve ter módulos de, no máximo, 10 x 15m, é conectada aos cabos de descida,         que estão ligados às hastes de aterramento. Também é possível usar as ferragens das         colunas da construção como descida, o que requer a indicação pelo engenheiro, durante         a elaboração do projeto estrutural, do uso de alguns ferros a mais, com bitola         apropriada, que serão ligados à malha da Gaiola. O aterramento acontece automaticamente,         já que as ferragens estão amarradas no baldrame de fundação.<br />
<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <strong>Dissipativo</strong> - o sistema se baseia na         não-formação de raios, ou seja, emprega dispositivos metálicos dissipadores, que têm         a função de dispersar a corrente elétrica vinda do solo, impedindo que ela se encontre         com a faísca formada nas nuvens, choque esse que dá origem ao raio. Mais caro que os         outros sistemas, seu uso se restringe a grandes construções, como indústrias e torres         de antenas de TV e de rádio.<br />
<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Os pára-raios protegem exclusivamente a construção. Para a         segurança de equipamentos eletroeletrônicos, são necessários os supressores de surto         de tensão, evitando que as descargas elétricas vindas pelos cabos de força e de         telefone atinjam e queimem os equipamentos. É possível ter um para cada aparelho,         porém, o mais importante é instalar um supressor mais potente no quadro de entrada de         força da casa e outro na entrada de telefone. De qualquer forma, isso exigirá o trabalho         de empresa especializada, a quem caberá dimensionar a carga necessária e instalar os         aparelhos.</font></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Trincas e Fissuras]]></title>
         <link>https://netnegocios.webnode.page/news/trincas-e-fissuras/</link>
         <description><![CDATA[TRINCAS E FISSURAS
&#160;&#160;&#160;&#160; Trincas e fissuras ocupam o         segundo lugar entre os defeitos mais comuns na construção civil, perdendo apenas para os         problemas de umidade.
&#160;&#160;&#160;&#160; Elas são causadas pela movimentação de materiais e componentes         da construção e, em geral, tendem a se acomodar. Podem ainda ser conseqüência da         ocorrência de vibrações na área. Somente devem causar preocupação quando sua         abertura ultrapassa...]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:35:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Mais Dicas]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><font face="Arial" size="2">TRINCAS E FISSURAS</font></strong></p>
<p><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; Trincas e fissuras ocupam o         segundo lugar entre os defeitos mais comuns na construção civil, perdendo apenas para os         problemas de umidade.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Elas são causadas pela movimentação de materiais e componentes         da construção e, em geral, tendem a se acomodar. Podem ainda ser conseqüência da         ocorrência de vibrações na área. Somente devem causar preocupação quando sua         abertura ultrapassa 3,2mm.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Apesar de ser difícil avaliar o problema sem conhecer a         situação, normalmente as trincas de lajes que denunciam fragilidade na estrutura podem         ser identificadas quando formam ângulo de 45º em relação à laje, são próximas aos         cantos e se dirigem ao centro da laje. Outro tipo que apresenta risco é a trinca que não         toca a parede. Fissuras em forma de flor próximas a um pilar ou as que lembram flechas         também merecem cuidado. Já trincas isoladas, que atinjam a parede, não devem preocupar         muito.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; Para tentar eliminar problemas dessa natureza de pequena         grandeza, sugere-se:<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; a) para pequenas fissuras, a solução tradicional é retocar o         reboco usando argamassa ou massa acrílica, mas as fissuras podem reaparecer. Outra         alternativa é passar tinta elastomérica pura na região e depois aplicar duas ou três         demãos do mesmo produto, diluído conforme indicação do fabricante.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; b) para pequenas trincas, formar, sobre ela, um "V",         com uma ferramenta chamada abre-trinca, ultrapassando 10cm em cada extremidade. Limpar a         superfície e aplicar fundo preparador de paredes. Preencher a fenda com sela-trinca ou         argamassa e colocar uma tela de poliéster. Acertar com massa e usar tinta elastomérica.</font></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Churrasqueira]]></title>
         <link>https://netnegocios.webnode.page/news/churrasqueira/</link>
         <description><![CDATA[CHURRASQUEIRAS
&#160;&#160;&#160;&#160; Antes de mais nada, a churrascada         exige espaço adequado e um equipamento eficiente. Eficiência, nesse caso, significa         capacidade de suprir a demanda de serviço associada a um ótimo preparo de carne.
&#160;&#160;&#160;&#160; O ideal é que o grelhado, seja de carne de boi, porco ou frango,         fique macio e suculento. Isso só é obtido quando o calor é produzido por brasas, e não         por chamas, que tostam a carne por fora e a deixam...]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:33:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://netnegocios.webnode.page/news/churrasqueira/</guid>
         <category><![CDATA[Mais Dicas]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><font face="Arial" size="2">CHURRASQUEIRAS</font></strong></p>
<p><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; Antes de mais nada, a churrascada         exige espaço adequado e um equipamento eficiente. Eficiência, nesse caso, significa         capacidade de suprir a demanda de serviço associada a um ótimo preparo de carne.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; O ideal é que o grelhado, seja de carne de boi, porco ou frango,         fique macio e suculento. Isso só é obtido quando o calor é produzido por brasas, e não         por chamas, que tostam a carne por fora e a deixam crua por dento. Quando dimensionada         corretamente, além do óbvio prazer gastronômico, a churrasqueira oferece economia de         tempo e carvão.</font></p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td width="220"><font face="Arial" size="2"><img height="204" width="210" alt="../images/churrasqueiras.jpg (17647 bytes)" src="http://www.catep.com.br/dicas/images/churrasqueiras.jpg" /></font></td>
            <td width="536"><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; O bom funcionamento             de uma churrasqueira depende diretamente de dimensões adequadas ao uso. Os modelos mais             utilizados são os pequenos, com 120cm de comprimento, 80cm de profundidade, 160cm de             altura e coifa de 120cm de comprimento por 60cm de altura. Há uma opção ainda menor,             com 100cm de comprimento, 80cm de profundidade e coifa com 100cm de comprimento e 60cm de             altura, ideal para espaços reduzidos e famílias pequenas.<br />
            &#160;&#160;&#160;&#160; A distância entre a carne e as brasas depende do carvão. Quanto             maior a quantidade, mais longe devem ficar os alimentos. Assim, as modernas churrasqueiras             vêm com a possibilidade de controlar a altura da grelha, por meio de sistemas de             graduação, na forma de prateleiras reguláveis ou a partir de manivelas e correntes.<br />
            &#160;&#160;&#160;&#160; Os modelos pré-fabricados, para revestimento em alvenaria,             seguem alguns padrões de tamanho, como a capacidade da grelha, relativa à quantidade de             pessoas a ser atendida. As menores costumam comportar grelhas de 60cm de comprimento por             35cm de largura e as maiores, 90 por 45cm.</font></td>
        </tr>
    </tbody>
</table>
<p><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160; Em alvenaria ou         pré-fabricada, a montagem de um churrasqueira, todavia, exige alguns complementos.         Primeiro, uma cobertura, mesmo num local ao ar livre - uma boa idéia é o quiosque -,         para proteção contra o mau tempo. Ao lado, deve-se prever a instalação de uma bancada         e de uma pia, sob as quais possam se guardar carvão, sal e temperos. Pontos de água e         luz são tão indispensáveis quanto facões e espetos.</font></p>]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Caixa Dágua]]></title>
         <link>https://netnegocios.webnode.page/news/caixa-dagua/</link>
         <description><![CDATA[CAIXAS D'ÁGUA
&#160;&#160;&#160;&#160; Do fibrocimento aos plásticos e         aço inox, existem diferentes opções de reservatórios de água. As principais         características de cada material são:
&#160;&#160;&#160;&#160; FIBROCIMENTO OU CIMENTO-AMIANTO - a         união da fibra do amianto com o cimento forma uma rede resistente e compacta que se molda         em diversas formas: retangular, redonda ou cilíndrica. Entre as vantagens apontadas pelos         fabricantes estão o baixo custo,...]]></description>
         <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:32:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://netnegocios.webnode.page/news/caixa-dagua/</guid>
         <category><![CDATA[Mais Dicas]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><font face="Arial" size="2">CAIXAS D'ÁGUA</font></strong></p>
<p><font face="Arial" size="2">&#160;&#160;&#160;&#160; Do fibrocimento aos plásticos e         aço inox, existem diferentes opções de reservatórios de água. As principais         características de cada material são:<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>FIBROCIMENTO OU CIMENTO-AMIANTO</strong></em> - a         união da fibra do amianto com o cimento forma uma rede resistente e compacta que se molda         em diversas formas: retangular, redonda ou cilíndrica. Entre as vantagens apontadas pelos         fabricantes estão o baixo custo, durabilidade e isolamento de luminosidade, além de         permitir a instalação dentro e fora da casa. As capacidades variam de 250 a 1.000         litros.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>PLÁSTICO TIPO POLIETILENO</strong></em> -&#160; mais         leve que o fibrocimento, é atóxico e resistente a impactos. Porém, sua durabilidade         diminui quando exposto às intempéries. Alguns modelos recebem um aditivo para torná-los         mais resistentes aos raios solares. Suporta água em temperaturas de até 50ºC. As         capacidades são de 310, 500 e 1.000 litros.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>PLÁSTICO TIPO POLIPROPILENO</strong></em> - atóxico         e leve, o polipropileno é um plástico mais delicado que o polietileno. Para ser usado         como reservatório, deve ser do tipo alto impacto, ou seja, receber um aditivo para         torná-lo mais resistente. Pode ser utilizado para água quente, desde que seja instalado         em lugar fechado. As capacidades são de 350, 475 e 1.000 litros.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>SMC</strong></em> - uma mistura de plástico e fibra         de vidro, este material é semelhante aos utilizados em piscinas e reservatórios de         grande capacidade. Reúne as vantagens da resina plástica com a alta resistência da         fibra de vidro. Não é poroso, facilitando a limpeza, uma vez que não absorve sujeiras.         As capacidades são de 250, 500 e 1.000 litros.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160; <em><strong>AÇO INOXIDÁVEL</strong></em> - o material não         libera substâncias corrosivas, tem alta durabilidade e suas paredes lisas não acumulam         sujeira, o que o torna muito eficiente para este uso. O material utilizado normalmente é         o aço inox 304, capaz de suportar altos índices de poluição. Uma desvantagem é o         preço, o mais caro do mercado. As capacidades são de 500, 1.000, 1.700, 3.000 e 5.000         litros.</font></p>]]></content:encoded>
      </item>
   </channel>
</rss>